Se você gosta de tecnologia, já programou 1 ou 2 linhas de códigos e sonha ser rico um dia, o filme “A rede social (Social Network)”, de David Fincher, vai mexer com você. O filme conta a história de como Mark Zuckerberg criou o Facebook dentro da Universidade de Harvard.

Jesse Eisenberg representa Mark Zuckerberg
Com uma personalidade bem peculiar aos estereótipos dos gênios da mundo digital, Mark é um jovem muito inteligente e pouco preocupado com relações sociais no mundo real. A pouca habilidade em relações pessoais, destoam do talento com os códigos de programação e domínio com algoritmos.
O filme começa com uma discussão boba do rapaz com a namorada, que decide se tornar ex-namorada. O fato abalou tanto o rapaz que descarregou toda sua raiva em alguns posts ofensivos a sua ex. Na mesma noite, ele teve a ideia de um site (Facemash) que promovia uma espécie de ranqueamento das garotas da Universidade. Em poucas horas o site ganha milhares de acessos e derruba a rede de Harvard, lhe rendendo o desafeto de toda a comunidade acadêmica feminina, punição da universidade e admiração de outros alunos que tinham uma idéia de projeto. Daí começa a grande polêmica a cerca da idealização do Facebook.
O projeto em questão era uma rede de relacionamento para os estudantes de Harvard. Através do qual os alunos pudessem se conhecer melhor pela web em perfis criados no site. Sem pestanejar, Mark aceitou o convite para participar do projeto como programador. Foi pro seu quarto e estruturou algo melhor que a idéia e o chamou de ”The Fecebook”, mas não compartilhou a autoria com outros estudantes.
Não achando pouco, o rapaz arruma mais uma confusão com aquele que tinha eleito como diretor financeiro desse projeto, o brasileiro Eduardo Saverin, que também foi dispensado do projeto com a chegada dos palpites de Sean Parker (criador do Napster) e intervenção de investidores que enxertaram algumas centenas de milhares de dólares na empresa.
Bom, os detalhes da trama são mais bem contados no filme que entra em cartaz no Brasil nos próximos dias. Veja o trailler:
Quem conhece um pouco da história da criação de empresas como Microsof e Apple, deve notar algumas semelhanças com o Facebook. Mas os desvios de conduta do jovem Mark, não tiram nem um pouco o mérito do cara que se tornou o bilionário mais jovem do mundo, mente por trás da rede social que hoje está avaliada em US$ 50 bilhões e reúne mais de 500 milhões de pessoas pelo mundo inteiro, apesar de ter alguns desafetos

